Destinar emendas todos os anos para recuperação e melhoria de ramais, com prioridade para os trechos que ligam a produção à estrada principal e que fecham na chuva.
Júnior Betão, candidato a deputado federal pelo PL
QUEM PRODUZ E QUEM CUIDA VÃO TER VOZ EM BRASÍLIA
Deputado Federal
Ele conhece o ramal onde a produção atola e conhece a fila onde a família atípica espera. Porque vive as duas realidades.

Quem é
Ele não está estudando o problema. Ele vive o problema.
O campo
Júnior aprendeu cedo o caminho que a produção percorre até chegar na mesa da cidade: o ramal, o caminhão, a feira, o preço. Sabe onde a carga trava, sabe quanto custa perder uma safra por causa de estrada ruim e sabe quem fica com o lucro quando o produtor não tem como escoar.
A família atípica
Júnior é pai atípico. Já enfrentou a espera pelo diagnóstico, a busca por terapia e a conversa difícil na escola. Quando ele fala de autismo, não está falando de estatística. Está falando da própria casa.
No campo e na fila, ele já esteve do lado de cá.
Bandeira 1 · O caminho da produção
O PRODUTOR NÃO PRECISA DE DISCURSO. PRECISA DE ESTRADA.
O Acre tem cerca de 20 mil quilômetros de ramais. É por eles que sai a farinha, a banana, a melancia, o leite, o café e o boi. Quando o ramal fecha, o produtor não perde só o dia: perde a safra inteira e o preço para o atravessador. Quem produz em pequena e média escala é o que mais sente, porque o grande consegue abrir o próprio caminho.
Fontes: ac24agro, jul/2026; relatos de produtores em Xapuri, Portal Acre, set/2026.Arraste para o lado
Destinar emendas para máquinas, patrulhas mecanizadas e apoio às associações e sindicatos rurais, que são quem faz chegar na ponta.
Cobrar um programa federal permanente de manutenção de ramais, para o produtor não depender de ano eleitoral para trafegar.
Cobrar assistência técnica contínua, semente, calcário e crédito do Plano Safra que caiba no bolso do pequeno e do médio produtor.
Cobrar agroindústria e armazenagem aqui dentro, para o Acre vender o produto beneficiado e não a matéria-prima crua.
Cobrar energia e internet no campo, porque hoje sem sinal não se vende, não se compra e não se estuda.
Lutar pela conclusão e pela manutenção da BR-364 e da BR-317, que são a saída da nossa produção para o Brasil e para o Pacífico.
Lutar para ampliar as compras públicas da agricultura familiar (PAA e merenda escolar), com o Estado comprando de quem é daqui.
Defender a regularização fundiária: sem título da terra, o produtor não tem crédito, não tem financiamento e não tem segurança para investir.
Defender o produtor de boa-fé nos embargos ambientais, com mutirão de regularização, prazo para se adequar e fim do tratamento de criminoso para quem só quer trabalhar.
Quem alimenta o Acre não pode ficar atolado na porteira.
Bandeira 2 · A causa atípica
O ACRE É O ESTADO COM MAIS AUTISTAS DO BRASIL. E A FILA NÃO PODE SER A ÚNICA RESPOSTA.
O Censo do IBGE mostrou que o Acre tem o maior percentual de autismo do país: 1,6% da população, mais de 13 mil pessoas, e a maior parte é criança. Só no centro de referência da capital são centenas de crianças em acompanhamento e centenas ainda em investigação. Enquanto isso, a mãe atípica espera pelo laudo, espera pela terapia e ainda escuta que é exagero.
Fontes: IBGE, Censo 2022, via Agência de Notícias do Acre; Sesacre/CER III.Arraste para o lado
Destinar emendas para ampliar diagnóstico e terapia no interior, para a família não precisar sair do município atrás de atendimento.
Destinar emendas para formação de professores e para o profissional de apoio na sala de aula, porque matrícula sem suporte não é inclusão.
Cobrar prazo máximo para diagnóstico e início da terapia no SUS, com fila pública e transparente.
Cobrar desburocratização do BPC e da carteira de identificação (CIPTEA), com renovação simples e sem humilhar a família a cada perícia.
Cobrar capacitação de agentes de saúde e das equipes de família para identificar sinais cedo, porque quanto antes começa, melhor é a vida da criança.
Lutar por financiamento federal permanente para os centros de reabilitação e para as clínicas conveniadas que atendem TEA no Acre.
Lutar por apoio à mãe e ao pai cuidador: atendimento psicológico, direito a horário compatível e reconhecimento de quem larga tudo para cuidar.
Defender que plano de saúde não limite sessão de terapia de criança atípica e que o cumprimento dessa regra seja fiscalizado de verdade.
“Eu não descobri essa pauta na campanha. Eu descobri no consultório, com meu filho no colo.”
Terapia, laudo e vaga na escola não são favor. São direito.
Bandeira 3 · Os valores
DE QUE LADO ELE ESTÁ
Arraste para o lado

Família em primeiro lugar.
Quem cria, educa e cuida merece respeito e não interferência.

Liberdade de quem trabalha.
Menos imposto, menos burocracia e menos multa em cima de quem produz.

Propriedade respeitada.
Terra de quem trabalha não se invade, se titula.

Segurança para o homem do campo.
Quem vive longe da delegacia precisa de proteção e do direito de se defender.
O que um deputado federal faz
Sem promessa que não cabe no mandato
Arraste para o lado
Propõe e vota leis federais
As regras do crédito rural, do licenciamento, do plano de saúde e dos direitos da pessoa com TEA são decididas em Brasília.
Destina emendas
Recurso federal carimbado para ramal, máquina, centro de reabilitação e escola.
Fiscaliza e cobra
Acompanha ministério, Incra, Ibama, SUS e banco público para o que foi prometido chegar no Acre.
É por isso que cada compromisso desta página começa com lutar, destinar emendas, cobrar ou defender.
Treino
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JÚNIOR BETÃO
Partido: PL
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VOZ DE QUEM PRODUZ. PAI DE QUEM CUIDA.
Pro produtor que precisa de estrada para vender, pra mãe que precisa de terapia para o filho, pra família que só quer trabalhar em paz.
Deputado Federal